Telereabilitação e os novos desafios na segurança da pessoa idosa: revisão narrativa da literatura
Código: SS-334
- Data: 21/10/2025 00:00:00
Resumo:
A telereabilitação constitui-se atualmente como uma alternativa promissora aos modelos tradicionais de atendimento presencial, em especial num contexto de envelhecimento populacional. No entanto, imputa novos desafios à prática clínica dos profissionais de saúde e à segurança da pessoa idosa, tornando-se um tema incontornável. O envelhecimento populacional apresenta novos desafios na prática clínica dos profissionais de saúde e a segurança da pessoa idosa em contexto clínico é cada vez mais um tema incontornável. A segurança do doente é destacada como um pilar fundamental nos cuidados de saúde, essencial para a eficiência dos sistemas de saúde e para a obtenção de melhores resultados clínicos.
A presente revisão de literatura aborda a telereabilitação e os seus desafios na segurança da pessoa idosa. A metodologia seguiu a estratégia PIO e as diretrizes PRISMA, com uma pesquisa realizada em bases de dados como PubMed, EBSCO e Web of Science. A questão orientadora centrou-se no impacto das intervenções de telereabilitação realizadas por fisioterapeutas na segurança de pessoas idosas. Foram incluídas para análise publicações dos últimos cinco anos (2020-2025), que abordassem a segurança da telereabilitação em pessoas idosas.
As principais conclusões apontam para a segurança das intervenções de telereabilitação em pessoas idosas, desde que implementadas com medidas de segurança adequadas. A perceção de segurança pelos participantes e o suporte técnico e humano são fatores críticos para o sucesso e adesão aos programas. A avaliação inicial individualizada, a personalização dos planos de reabilitação e a monitorização contínua são também destacados como essenciais. O desenvolvimento de estudos com métricas de segurança como outcome primário é crucial para identificar novos desafios na segurança da pessoa idosa durante programas de telereabilitação em fisioterapia.--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------DOI:https://doi.org/10.67012/YOEO8494
Cristina Freitas
Unidade Local de Saúde São José
Helena Silva Migueis
ESSCVP
Maria Cunha Anjinho
Hospital da Cruz Vermelha
Marta Marçal Marques
Unidade Local de Saúde São José